Distante dos seus pensamentos

Mas perto do seu coração.

Preso nas lembranças doloridas

Pelo coração tolo, e medroso

Pelo facto de não querer sofrer

Uma desilusão ou ser magoado

Continuava deambulando, mergulhado

Na dúvida e no orgulho vazio e pobre

Nunca quiz enfrentar os seu parentes

Para me declarar o quão

Estou interessado em vós meu bem.

Acusando-me e me autodescriminando.

Me fiz refém da minha própria ignorância.

Conclusões apressadas e tristes me fizeram voltar atrás.

Coragem não tive suficiente para alimentar esse pobre

Amor.

O desamparo do coração alheio, desacreditou

A minha verdadeira intenção.

Duvidou e matou a esperança.

Tornando-me um cavalheiro

Covarde e egoísta.

Devia ter escutado o meu coração.

Seguido a sabedoria divina.

Para conseguir suportar e alcançar

A paz que tanto necessito.

Ela inocente do meu egoísmo. 

Nada Pude informar, ao menos  justifiquei
O porque da minha ausência.

Mepo/22.11.2017

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